O esporte e o Jogo
O esporte de alto rendimento esta presente na nossa vida desde muito cedo, assim também como o lúdico, talvez por uma questão cultural, ou da própria naturalidade da infância, mas não tínhamos o entendimento que ambos não tem o mesmo significado.
Após as leituras de Huizinga e Valter Bracht (“A criança que pratica esporte respeita as regras do jogo... capitalista” – 1986), passamos a ter uma outra visão do que representa o esporte e do que o difere do jogo.
Exemplo:
Esporte = Beisebol
Jogo = Taco
O esporte difere inicialmente do jogo através da sua característica de auto rendimento. Como podemos analisar nos vídeos, existe instrumentos que fazem do esporte mais elaborado, como por exemplo, o campo profissional, o treinador, os equipamentos, a motivação, o bom tratamento fisiológico. Esses são alguns dos fatores explícitos.
O beisebol está apenas como treinamento, e não é uma partida oficial, porém sabemos que por trás de todo aquele empenho que um esporte profissional exige do atleta, temos a questão da torcida que também interfere seja positivamente ou negativamente. O atleta profissional sofre influências das massas, pois o esporte é constituído de torcedores que automaticamente pressionam, além de que existem exigências internas, e é uma profissão que sofre muitas pressões que assim podem alterar o relacionamento familiar e as questões psicológicas e sociais.
O esporte de auto rendimento se afasta do lúdico em outras questões como a necessidade do individualismo e da vitória, como diz Valter Bracht, portanto, do rendimento atlético que é condição para as possibilidades de vitória nas competições... Na competição tem que se ‘jogar contra e nunca jogar com’...”.Ainda outras questões permeiam o esporte como que as regras que são aceitas sem críticas, já que fazem parte do esporte, não há questionamentos, até para não haver exclusão.
Mas o esporte apesar de possuir tantas características, que para alguns autores são contrárias a benefícios educacionais e sociais, existem outras visões que colocam o esporte de forma que agregue pontos positivos como que ensina o atleta a ter disciplina, a aprender lidar com vitórias e derrotas, ter uma postura social diferenciada, além do que o esporte é paixão, move milhares de torcedores, movimenta empresas e meche com a sociedade sendo agente transformador.
No jogo, apesar de ser uma demonstração semelhante do esporte, podemos identificar características totalmente diferentes, começando pelas questões que o Huizinga coloca como características do lúdico, como a falta de estrutura, a falta de pressão externa, já que o intuito é o prazer nele mesmo...
Jogo = Taco
O esporte difere inicialmente do jogo através da sua característica de auto rendimento. Como podemos analisar nos vídeos, existe instrumentos que fazem do esporte mais elaborado, como por exemplo, o campo profissional, o treinador, os equipamentos, a motivação, o bom tratamento fisiológico. Esses são alguns dos fatores explícitos.
O beisebol está apenas como treinamento, e não é uma partida oficial, porém sabemos que por trás de todo aquele empenho que um esporte profissional exige do atleta, temos a questão da torcida que também interfere seja positivamente ou negativamente. O atleta profissional sofre influências das massas, pois o esporte é constituído de torcedores que automaticamente pressionam, além de que existem exigências internas, e é uma profissão que sofre muitas pressões que assim podem alterar o relacionamento familiar e as questões psicológicas e sociais.
O esporte de auto rendimento se afasta do lúdico em outras questões como a necessidade do individualismo e da vitória, como diz Valter Bracht, portanto, do rendimento atlético que é condição para as possibilidades de vitória nas competições... Na competição tem que se ‘jogar contra e nunca jogar com’...”.Ainda outras questões permeiam o esporte como que as regras que são aceitas sem críticas, já que fazem parte do esporte, não há questionamentos, até para não haver exclusão.
Mas o esporte apesar de possuir tantas características, que para alguns autores são contrárias a benefícios educacionais e sociais, existem outras visões que colocam o esporte de forma que agregue pontos positivos como que ensina o atleta a ter disciplina, a aprender lidar com vitórias e derrotas, ter uma postura social diferenciada, além do que o esporte é paixão, move milhares de torcedores, movimenta empresas e meche com a sociedade sendo agente transformador.
No jogo, apesar de ser uma demonstração semelhante do esporte, podemos identificar características totalmente diferentes, começando pelas questões que o Huizinga coloca como características do lúdico, como a falta de estrutura, a falta de pressão externa, já que o intuito é o prazer nele mesmo...
O lúdico e o esporte possuem inúmeras caracteristicas que os diferem, e possuem para diferentes visões pontos positivos e negativos. Nós não queremos julgar abusivamente o que é certo ou errado, mas perceber que ambos fazem parte da nossa vida e sociedade., mas após as leituras, compreendemos que é necessário uma nova percepação sobre esporte e jogo como coloca Mauro Betti: " O esporte como lúdico precisaria ser aprendido ou reaprendido e os espaços sociais para tal precisariam ser preservados e/ou criados. Essa conclusão traz implícita uma valorização: reconhecer a possibilidade de realização no esporte de outros valores que não os da cultura esportiva hegemônica. Não apenas o rendimento máximo do superatleta, mas o ótimo das pessoas comuns...; não somente dinheiro e medalhas como recompensa, mas também o prazer intríseco de participar; não só rivalidade, mas cooperação no confronto com outro ser humano."
Dessa forma entendemos que existe espaço para os dois, mas que as ferramentas, e a forma como são aresentados devem ser modificadas, levando ao entendimento pleno de suas funções.
Dessa forma entendemos que existe espaço para os dois, mas que as ferramentas, e a forma como são aresentados devem ser modificadas, levando ao entendimento pleno de suas funções.
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